Make your own free website on Tripod.com

MEDICINA E SAÚDE

Medicina e Saúde, dicas para viver bem.

Colera

Originária da Ásia, mais precisamente da Índia e de Bangladesh, a cólera se espalhou para outros continentes a partir de 1817.

            Chegou ao Brasil no ano de 1885, invadindo os estados do Amazonas, Bahia, Pará e Rio de Janeiro. Em 1893 a doença chegou a São Paulo, alastrando-se tanto na capital quanto no interior do estado. A cólera é uma doença infecciosa que ataca o intestino dos seres humanos.

            Ao infectar o intestino humano, essa bactéria faz com que o organismo elimine uma grande quantidade de água e sais minerais, acarretando séria desidratação.

            A bactéria da cólera pode fica incubada de um a quatro dias.

Quando a doença se manifesta, apresenta os seguintes sintomas:

náuseas e vômitos;

cólicas abdominais;

diarréia abundante, esbranquiçada como água de arroz, determinando a perda de até um litro de água por hora;

  • cãibras.

            A cólera é transmitida principalmente pela água e por alimentos contaminados.

            Quanto o vibrião é ingerido, instala-se no intestino do homem. Esta bactéria libera uma substância tóxica, que altera o funcionamento normal das células intestinais. A vacinação é de responsabilidade do governo. No caso da cólera, não há garantia de que todas as pessoas vacinadas fiquem imunes à doença. Cabe ao governo desenvolver campanhas alertando e conscientizando a população de que, com cuidados especiais e boa vontade, pode-se evitar uma epidemia da cólera.

             


Terapia de reposição hormonal aumenta risco de câncer de mama

Junho 2003 - Pesquisadores americanos descobriram que as mulheres submetidas à terapia de reposição hormonal combinada (estrogênio e progestina) têm maiores chances de desenvolver câncer de mama. A terapia, usada há tempos por mulheres que desejavam evitar os efeitos do envelhecimento, já foi acusada de causar problemas cardíacos, derrames e até demência em mulheres mais velhas. Nos Estados Unidos, aproximadamente 38% das mulheres em idade pós-menopausa recebem terapia de reposição hormonal.

 
Câncer de próstata: remédio promissor tem problemas

Junho 2003 - Um remédio que poderia ajudar a prevenir o câncer de próstata - um dos mais sérios problemas de saúde em homens mais velhos - mostrou uma perigosa tendência a gerar formas mais agressivas de câncer em alguns pacientes em testes clínicos. O remédio Proscar - nome comercial para a droga finasteride - diminuiu as chances de desenvolver câncer de próstata em 25% na maioria dos homens examinados. Mas 6,4% deles desenvolveram formas particularmente agressivas de câncer, ainda não se sabe porque.

 


Gripe ou Resfriado?

Muitas vezes ficamos na dúvida se o que temos é gripe ou resfriado. Na verdade, essas doenças são bem diferentes uma da outra, a começar pelos agentes que as causam. Tanto as gripes como os resfriados são causados por vírus, mas esses vírus são completamente diferentes uns dos outros. Assim sendo, os resfriados são, na maioria das vezes, causados por uma família de vírus chamados Rhinovirus, enquanto que as gripes são causadas por outro tipo de vírus, o chamado vírus da Influenza, identificado como vírus A,B ou C.

Sintomas

Em geral os resfriados se apresentam como uma coriza, obstrução nasal, muitas vezes a garganta fica irritada, provocando tosse. Raramente aparece febre, ou se estiver presente é bem baixa. Também é raro o doente apresentar dores no corpo ou aquele mal estar geral, cansaço ou fraqueza. Por outro lado, os sintomas da gripe são bem mais intensos. Normalmente aparece febre, a pessoa tem dores pelo corpo, é comum ter mal estar e prostração. Já a obstrução nasal e a dor de garganta não são tão frequentes como no resfriado.

Duração dos Sintomas

Normalmemte, o resfriado dura poucos dias, mais ou menos 4 a 7 dias, enquanto a gripe dura mais tempo, de 1 a 2 semanas.

Por Que Ficamos Resfriados?

Em geral, essas doenças aparecem mais nas épocas mais frias do ano. O que acontece é que o vírus da gripe e do resfriado é transmitido por via aérea. Nessas épocas, temos a tendência de ficar mais dentro de casa, com isso o vírus fica circulando no ar, encontrando a temperatura ideal para se procriar, infecctando a todos.

Como se Prevenir

  • Evite ficar em locais fechados: mantenha sempre o ar circulando para que os vírus não se concentrem no local.
  • Lave sempre as mãos: se possível com um antisséptico para que elimine todos os germes que possam causar o resfriado ou gripe.
  • Beba bastante líquido: pode ser água pura, suco de frutas ou chás. Os líquidos ajudam a manter o corpo hidratado, além de ajudar a eliminar as toxinas que fazem mal ao nosso organismo.
  • Mantenha o ar dentro de casa com uma certa umidade: o ar muito seco provoca irritação das mucosas aéreas, facilitando a penetração dos germes que provocam os resfriados e gripes. Se necessário, use um umidificador de ar nos quartos ou escritório para manter uma umidificação de ar adequada.
  • Mantenha as narinas bem úmidas: se o ar estiver muito seco e não for possível umidificá-lo, pingue algumas gotas de soro fisiológico nas narinas para evitar que fiquem ressecadas e causem irritação da mucosa respiratória.
  • Respire pelo nariz, não pela boca: a mucosa do nariz foi feita para aquecer e umidecer o ar que respiramos, evitando que o ar chegue frio nos pulmões. Se você respirar pela boca, o ar não recebe o tratamento adequado, causando doenças respiratórias.
  • Use lenços da papel ao invés de lenços de pano: os lenços de pano acumulam grande quantidade de germes, espalhando no ar os vírus e reinfectando as pessoas. O melhor é usar lenço de papel e jogar fora após o uso. Sempre lave as mãos após assoar o nariz.
  • Evite tocar o seu rosto quando resfriado: você pode espalhar os vírus para outras pessoas através de suas mãos.
  • É melhor ficar em casa: se voce estiver gripado ou resfriado é melhor descansar; descansando e relaxando você vai ativar o seu sistema imunológico, fazendo seu resfriado sarar mais rápido. Além disso você evita passar a doença para os outros.
  • Diminua o stress em sua vida: estudos mostram que pessoas mais estressadas adoecem mais, porque diminuem as defesas do organismo.
  • Viva num ambiente mais saudável: poluição diminue as defesas do organismo, fazendo com que fiquemos doentes mais facilmente.
  • Não fume: estudos mostram que as pessoas que fumam pegam mais resfriados e gripes que as que não fumam. Talvez isso esteja relacionado com o fato de que o fumo destrói a camada de proteção das vias respiratórias, principalmente os cílios, que são minúsculas estruturas que "varrem"as impurezas do ar, impedindo-as de entrar nos pulmões.
  • Tenha uma alimentação saudável: comer bem ajuda a manter o corpo com uma boa resistência contra infecções. Alguns alimentos ajudam a dar maior resistência ao corpo, como iogurte, alho, gengibre, ginseng e geléia real.
  • Tome vitamina C: essa vitamina ajuda o corpo a produzir o interferon, que é o responsável pela destruição dos vírus, além de ajudar a produzir os elementos de defesa do corpo. Em geral é recomendada uma dose de 60mg por dia. A melhor maneira de conseguir a vitamina C é através de frutas ácidas, como laranja, limão, morango e tomate, e verduras. Não adianta tomar grandes quantidades de vitamina C pois o corpo acaba eliminando o excesso. Estudos recentes têm mostrado que uma dose de 200mg por dia tem um efeito melhor na prevenção dos resfriados.

Tratamento

Na verdade, não existe um tratamento específico para as gripes e resfriados. Como todas doenças virais, elas acabam sendo eliminadas sem tratamento. Porém, o que podemos fazer é aliviar os sintomas. Por exemplo, podemos fazer inalações para desobstruir as narinas, bem como ajudar a soltar o catarro da garganta e pulmões. Se for necessário, pode ser usado um descongestionante nasal, para reduzir a quantidade de muco nas narinas. Os descongestionantes orais causam vários efeitos colaterais, pois agem no corpo todo. Portanto, tem que tomar cuidado antes de tomar esses medicamntos, principalmente se você tem problemas cardíacos ou pressão alta. Os descongestionantes nasais são indicados para desobstruir as narinas, agindo rapidamente após serem pingados no nariz. O problema é que eles não podem ser usados por mais de três dias, pois podem dar um "efeito rebote" e piorar a situação. Para a tosse, é preciso diferenciar bem o tipo de tosse que está ocorrendo. Nas tosses produtivas, que são aquelas com catarro, a melhor coisa é beber bastante líquido, pois isso ajuda a eliminar mais fácil o catarro. Também as inalações são de grande utilidade. Já nas tosses secas, pode ser dado um antitussígeno, principalmente se a tosse impede a pessoa de dormir. Evite os medicamentos à base de codeína, pois causam muitos problemas. Não adianta tomar antibióticos. Sómente nos casos em que for confirmada uma infecção secundária, os antibióticos estarão indicados. Beba liquidos quentes, pois ajudam a eliminar o catarro. Para a febre, tome um antitérmico como aspirina, acetaminofen ou outro indicado pelo médico. Evite dar aspirina para crianças, pois pode causar Síndrome de Reye. Também esses medicamentos aliviam as dores do corpo, se estiverem presentes.

Vacinação

Existem vacinas contra a gripe, mas nenhuma contra o resfriado. O grande problema em relação às vacinas contra gripe é que os vírus dessa doença estão mudando constantemente, por isso uma vacina que é adequada para prevenir uma gripe num ano pode não ser apropriada para o ano seguinte. Recomenda-se que pessoas mais idosas recebam a vacina, bem como pessoas imunodeprimidas, ou pessoas com frequentes problemas respiratórios, ou ainda aqueles que vivem em lugares com muitas pessoas, como nos asilos e creches. A melhor época para tomar a vacina é no outono, para dar tempo da vacina agir.


Ansiedade

Várias vezes nós nos vemos diante de uma situação em que ficamos ansiosos, mas, assim que a situação se resolve, tudo volta ao normal. Porém, para algumas pessoas ansiedade é algo incontrolável. É um pavor constante que vai além do normal. Muitas vezes existe um motivo para a pessoa ter ansiedade, como um stress provocado por um fator externo ou algum conflito interno. São os casos de ansiedade exógena. Porém, existem situações de ansiedade em que não há nenhum motivo aparente, inclusive uma doença física para explicar o porquê da ansiedade. Esses casos são chamados de ansiedade endógena.

Em geral os sintomas surgem espontaneamente, muitas vezes sob a forma de ataques de ansiedade. Aos poucos vão progredindo para verdadeiros ataques de pânico. Essas pessoas em geral são hipocondríacas, tem verdadeira fobia de frequentar lugares onde elas possam se ver em situações de pânico, bem como são inclinadas a usar álcool ou drogas para combater a ansiedade.

A ansiedade pode se apresentar de várias formas. Uma delas é o ataque de pânico, em que a pessoa de repente começa a apresentar um pavor exagerado em alguma situação, acompanhado de palpitação, sudorese e mal-estar, quando na verdade não existe nenhuma ameaça. É o caso daquelas pessoas que vão ao cinema e, de repente, começam a achar que o teto vai desabar, ou que as portas vão se fechar e ninguém vai poder escapar de lá, quando em realidade tudo está perfeitamente normal.

Outra forma de ansiedade é a ansiedade generalizada em que a pessoa fica constantemente desesperada, achando que algo de mal vai acontecer com ela, quando na verdade não há nenhum problema. Esses sintomas têm que durar pelo menos 6 meses para que a pessoa possa ser enquadrada nessa doença.

A ansiedade também pode se manifestar através da síndrome obsessivo-compulsiva. Nessa situação, a pessoa repete várias vezes o mesmo ato, pensamento, sentimento ou impulso, mas para ela ainda fica a sensação de que não completou o que tinha que fazer. É o caso daquelas pessoas que conferem inúmeras vezes se fecharam a porta da casa, ou lavam as mãos várias vezes, provocando até feridas, mas continuam achando que as mãos ainda estão sujas.

Outras vezes, a pessoa pode passar por um trauma e fica sentindo todos os maus momentos que passou durante o evento. Essa forma de ansiedade é conhecido como stress pós-traumático, que pode aparecer logo após a pessoa ter tido o trauma, ou pode ocorrer até 6 meses depois. A pessoa passa a relembrar o trauma repetitivamente, ter insônia, pesadelos, dificuldade para se concentrar, entre outros sintomas.

Algumas pessoas expressam suas ansiedades através de fobias. São conhecidas várias formas de fobias, como a claustrofobia( medo de lugares fechados), agorafobia( medo de sair de casa e ficar em público), fobias sociais( como o medo de ser ridicularizado em público) e outras.

CAUSAS

Com os avanços da medicina, tem-se descoberto que algumas dessas doenças são causadas por um desequilíbrio químico no cérebro. Assim sendo, a doença obsessivo-compulsiva parece ter relação com uma substância encontrada no cérebro chamada serotonina. Esses casos tem sido tratados com medicamentos que atuam na reabsorção da serotonina, como a clomipramina e a fluoxetina, com bons resultados.

SINTOMAS

Todos os casos de ansiedade apresentam sintomas psicológicos como apreensão, medo, desespero, sensação de pânico, hipervigilância, irritabilidade, fadiga, insônia e dificuldade para se concentrar. Além disso, apresentam sintomas físicos como taquicardia, dor de cabeça, tontura, diarréia, indigestão, vontade constante de urinar , falta de ar, boca seca, sudorese, pele fria, palidez e uma reação exagerada aos reflexos.

TRATAMENTO

O tratamento varia conforme a doença. Para a ansiedade exógena é aconselhável fazer psicoterapia, em que a pessoa passa a ter consciência daquilo que a está deixando ansiosa, bem como tentar resolver seus conflitos internos. Quanto mais consciência e interesse das pessoas em entender a si próprias, mais fácil fica o tratamento.

Nos casos de fobias, as terapias comportamentais são de grande valor. Um dos métodos empregados é o de dessensibilização sistemática, onde o paciente é colocado diante da situação que lhe causa stress e, aos poucos, vai aprendendo a relaxar até que aquela situação não lhe cause mais ansiedade. Outras técnicas empregadas são a hipnose e o biofeedback. Nesta última, são colocados eletrodos na testa da pessoa e, com a ajuda de um aparelho, são medidos os graus de tensão que ela apresenta. Com o tempo, a pessoa vai aprendendo a controlar a sua tensão diante de alguma situação que poderia gerar ansiedade até que consiga eliminar aquele problema.

Para os casos de ataques de pânico e ansiedade endógena estão indicados remédios chamados ansiolíticos. A droga mais comumente utilizada é o benzodiazepínico. Nos casos de ansiedade exógena aguda, esse remédio pode ser usado por um período pequeno de mais ou menos 8 semanas. O grande problema dos benzodiazepínicos é que eles podem causar vício, e, quando são suspensos, a pessoa sofre a síndrome de abstinência, ou seja, ela passa a ter mal estar e outros sintomas desagradáveis que só melhoram se a pessoa tomar a droga de novo.

Alguns casos de ataques de pânico são beneficiados com o uso de antidepressivos, como a imipramina.

Uma droga recentemente descoberta tem sido bastante utilizada como ansiolítco. Ela é chamada Buspirona e tem a grande vantagem de não causar sonolência como os benzodiazepínicos, bem como de não provocar vício ou síndrome de abstinência quando a pessoa para de tomar o remédio.


Algumas mulheres não percebem que engravidam e abortam
Por Flavia Hadad

Um aborto espontâneo ou involuntário ocorre quando uma gravidez que parecia estar se desenvolvendo normalmente, termina de maneira inesperada, deixando a mulher abalada emocionalmente. Ele ocorre quando a perda do embrião se dá antes da vigésima semana de gestação, quando o feto não está em condições de sobreviver fora do útero materno. Na maioria dos casos, acontece nas primeiras 12 semanas (três meses). Este tipo de aborto é um problema comum em 10 a 20% das gestações comprovadas pelos exames médico e laboratorial. Muitas mulheres nem percebem que engravidam e abortam. Um quinto dos casos de gravidez em mulheres acima dos 35 anos terminam em abortos espontâneos.


Segundo o ginecologista e especialista em Reprodução Humana, Dr. Bruno Scheffer, diretor clínico do Instituto Brasileiro de Reprodução Assistida, de Belo Horizonte, as estatísticas mostram que 5% das mulheres que já abortaram voltarão a abortar – esses são os chamados “abortos de repetição”.

— O real risco de abortos de repetição aumenta com a idade e com o histórico da paciente. Uma ou mais ocorrências anteriores de aborto, diabetes, alterações cromossômicas ou anomalias uterinas estruturais são fatores que devem ser considerados — disse.

Ele afirma, ainda, que cerca de 55% dos casos de aborto têm causas desconhecidas.

— As causas mais comuns são de origem genética, de processos infecciosos e perdas imunológicas, de doenças como diabetes e hipotireoidismo, tabagismo, cafeína e álcool. Cerca de 75% dos abortos espontâneos são conseqüências de anomalias cromossômicas, o que comprova a tese de que a natureza se encarrega de "expulsar" o embrião que está com problemas genéticos, dando fim às gestações com anomalias — disse Dr. Scheffer. — Diabetes, hipotireoidismo, tabagismo, cafeína e álcool também são apontados pelos especialistas como causadoras de abortos repetitivos.

O aborto involuntário durante o segundo trimestre deve-se a problemas externos como incontinência do colo uterino, má formação uterina e infecções do embrião e de seus anexos, entre outras causas. Os possíveis sintomas incluem sangramento vaginal (que, às vezes, começa com uma tonalidade marrom), cólica, perda de líquidos pela vagina (sem sangue nem dor) e algumas mulheres sentem dor como a de um parto.

Um aborto espontâneo geralmente não põe em risco a saúde da mulher, a menos que tenha sido incompleto. Se um aborto incompleto não é diagnosticado e tratado, a mulher pode sangrar e o tecido que permanecer dentro do útero pode causar infecção. Portanto, é fundamental a mulher procurar o seu médico ou um obstetra imediatamente.


Alternativas para lidar com a depressão
Por Flavia Hadad

A depressão é um dos distúrbios mentais mais freqüentes nos dias de hoje. Ela é caracterizada pela sensação de impotência, pela incapacidade de se buscar satisfação no meio ambiente e pelo isolamento em relação a este meio. Qualquer pessoa das diferentes classes sociais, de qualquer idade e nível cultural ou profissional pode apresentar este quadro.

Muitas pesquisas sobre o assunto vêm sendo feitas com o objetivo de encontrar algum determinante, em termos de herança genética, para que a doença se manifeste na pessoa. No entanto, mesmo que exista uma predisposição genética, isto não determina a ocorrência de uma crise depressiva. A história do indivíduo está ligada à forma como ele se constitui e desenvolve a sua maneira de ser. Na sua relação com o mundo, o indivíduo não consegue se nutrir emocionalmente de maneira adequada, o que o leva, gradativamente, à percepção de uma falta de sentido na sua relação com o meio externo.

Entre alguns sintomas, a pessoa pode apresentar: falta de prazer real, voz baixa e monótona, alteração do apetite e do sono, auto-reprovação e culpa, sensação de fracasso, desânimo e, muitas vezes, pensamentos ligados à morte e/ou suicidas.

Atualmente, os medicamentos para a depressão são muito eficientes, específicos e provocam, cada vez menos, efeitos colaterais. Os antidepressivos não são calmantes, mas substâncias específicas para a correção do humor ou do afeto (os antidepressivos restauram a química do cérebro). O tratamento varia de acordo com o tipo de depressão que o paciente apresenta e só o médico pode avaliar se ele será mais prolongado ou breve. De qualquer forma, depressões leves ou graves necessitam de tratamento médico, geralmente, com medicações antidepressivas, ou psicoterápico, ou a combinação de ambos, dependendo da intensidade da doença.

A família e os amigos de um depressivo, que nunca tiveram depressão, podem apresentar dificuldades na compreensão desta doença. Alguns não conseguem aceitá-la como sendo uma doença porque ela não manifesta sintomas físicos evidentes. Porém, trata-se de uma doença de verdade que é causada por alterações químicas no cérebro.

Como tratar

O tratamento médico é fundamental. Durante a fase crítica, a administração de antidepressivos deve acontecer juntamente com um acompanhamento psiquiátrico para que o paciente não se torne dependente da medicação. Embora os antidepressivos estabeleçam a harmonia químico-cerebral e auxiliem na melhora do humor, eles não curam a depressão. Por isso, neste momento, é aconselhável o tratamento psicológico para ajudar o paciente na busca do autoconhecimento e na resolução dos seus conflitos.

Paralelamente, existem as terapias alternativas ou complementares, de enfoque holístico, que visam a harmonizar os desequilíbrios energéticos do corpo em todos os níveis: estrutural, químico e emocional. O tratamento energético está centrado no reequilíbrio do indivíduo depressivo. Equilibrando suas emoções, ele pode ter ‘insights’ e obter mudanças em seus padrões de crenças, o que lhe auxilia a ter uma recuperação mais efetiva. Muitos profissionais fazem, ainda, menção ao tratamento espiritual, ou seja, aquele centrado na fé, independente da religião ou do credo adotados, uma vez que este tratamento pode dar suporte, ao indivíduo, relativo a uma maior percepção de seu sofrimento, amenizando-o enquanto o encoraja a lutar por si mesmo.

A psicanalista Ângela Girão afirma que atividades prazerosas, exposição ao sol na parte da manhã, uso de florais e de técnicas alternativas podem prevenir a depressão. Ângela utiliza, hoje, a kinesioterapia para tratar, entre outros problemas, a depressão. “As pessoas buscam este tratamento por causa da depressão, da angústia e do pânico, e por questões físicas ou situação de vida, como separação, desemprego, etc.”, disse a psicanalista. Não importa se a pessoa sente dor, depressão ou inadequação ao meio ambiente. O objetivo é eliminar a causa, seja qual for, através do desbloqueio energético.

A kinesioterapia desativa as emoções negativas responsáveis por bloqueios no sistema energético do organismo através de:
· Teste muscular de precisão, que atua como um biofeedback tendo a si próprio como fonte;
· A identificação do sentimento no momento presente (em função do passado), através do entendimento de como este sentimento atua nos níveis consciente e subconsciente e no corpo;
· A identificação de cargas emocionais positivas e negativas investidas no sentimento;
· A desativação do programa da carga emocional negativa.

Dra. Ângela explica que a técnica permite uma “conversa” com o corpo para saber o que é melhor para ele neste momento. “Com base nisso, podemos encontrar uma resposta direta para uma questão prioritária que dissolve o bloqueio energético, pois o próprio corpo escolhe o que corrige o problema”, disse. Ela conta, ainda, que o teste muscular tem acesso às várias inteligências do corpo para informar sobre as áreas desbalanceadas a fim de obter respostas sobre o melhor meio de restabelecer o equilíbrio estrutural, emocional ou neuroquímico do corpo humano.

A kinesiologia foi criada, em 1964, pelo Dr. George Goodheart, quiropata norte-americano. Ele se fundamentou nos princípios da biomecânica e os combinou com elementos de teste muscular, terapia chinesa dos meridianos, quiropatia e reflexos osteopáticos, além da bioquímica. Segundo a visão da quiropatia, gozar de boa saúde é o resultado de exercitar uma postura corporal correta, utilizar uma alimentação adequada à sua constituição e à sua atividade física, e manter o funcionamento harmonioso dos órgãos. Já a Medicina Tradicional Chinesa ensina que o equilíbrio dinâmico entre as duas polaridades energéticas complementares é a condição básica para obter e manter o bem estar físico, energético e emocional do indivíduo.


Dra. Ângela Girão é psicanalista, facilitadora e instrutora da técnica Applied Kinesiology – EUA. Tels.: (21) 2522-6705/ 2521-7476.


Tabela de Calorias
escolha um dos produtos abaixo

> Produtos McDonald's > Gorduras e óleos
> Cafés, chás e sucos > Frutas frescas e secas
> Bebidas alcoólicas > Iogurte
> Refrigerantes e energéticos > Leites
> Carne bovina, de ave e suína > Queijos
> Embutidos > Ovos
> Peixes e frutos do mar > Legumes, verduras e grãos
> Biscoitos e bolachas > Pães
> Balas > Massas e pizza
> Bolos > Pizzas Hut
> Chocolates > Cereais, farinhas e complementos
> Doces > Pratos caseiros e produtos industrializados
> Gelatinas > Sanduíches
> Sorvetes > Sopas
> Condimentos > Salgadinhos e petiscos
> Cremes e molhos > Comida Japonesa